Janeiro 29 2009

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Se um executivo de marketing acordasse de um coma de cinco anos e visse empresas como Citibank e GE fazendo Marketing de Guerrilha possivelmente ele não entenderia nada. Como gigantes multinacionais, tradicionais investidores dos média tradicional, partiram, literalmente, para o ataque atrás dos  seus clientes de uma forma tão fora do status quo? Pode não ser muito, mas em meia década o mundo mudou tanto que obrigou companhias deste dimensão a partirem para outros caminhos se quisessem conquistar novos clientes.E quem está a fazer o marketing de guerrilha para estas empresas, além da Sony Ericsson, GE, Fila, CNN, MTV, entre outros, é San Ewen, De acordo com Ewen, na Europa e nos Estados Unidos, o retorno sobre o investimento em marketing nos média tradicional tem sido cada vez menor e, por isso, tem crescido as acções de marketing de guerrilha, que são capazes de evolver os consumidores e multiplicar resultados positivos. Mesmo assim, o especialista alerta para diversos cuidados a serem tomados. Acompanhe.
Por qual motivo uma empresa deve fazer marketing de guerrilha?
Primeiro de tudo, tem muitos média e é sempre a mesma coisa. Tem muito comercial de TV, outdoor, painéis, jornais, on-line, rádio, revista que as pessoas não prestam atenção. Neste sentido, o marketing de guerrilha ajuda as empresas a criarem uma experiência capaz de gerar atenção e envolver as pessoas. Os consumidores podem participar das acções e interagir. É uma forma de criar um diálogo, diferente de uma mensagem unilateral dos meios tradicionais.
Como o marketing de guerrilha pode envolver o consumidor e como as empresas podem fazer isso?
A empresa deve ter habilidade de criar uma experiência que as pessoas parem, olhem e se perguntem o que é aquilo. Se você fizer isso por oito ou 10 horas, certamente terá falado para milhares de pessoas. Mas a mensagem tem que ser diferente, de acordo com as pessoas que estão neste lugar e que seja capaz de entretê-las. O problema dos média tradicional é que ela não está mais a entreter as pessoas.
Quais são os principais cuidados que as empresas devem tomar ao desenvolver esta estratégia?
A primeira coisa que deve ser pensada é o que a empresa quer que aconteça. Se quero que as pessoas entrem no site da empresa, ou se lembrem da marca, se quero que comentem sobre algo, enfim, o que quero que aconteça no final de uma acção de guerrilha porque antes de criar a acção é preciso desenhar os elementos que vão gerar essas reações. Depois, precisamos saber o que vamos fazer, se vamos entreter as pessoas, se vamos fazer um vídeo, etc. É preciso ter certeza de que a experiência criada vai gerar o resultado esperado.
Não estou a dizer que o Marketing de Guerrilha é simples, mas é muito poderoso. Depois de desenvolver estas acções, avalio o que deu certo e desenvolvo o projecto que deve ter o poder de gerar 10 milhões de vendas do produto, por exemplo. Por outro lado, sempre vemos acções de marketing de guerrilha que interagem com as pessoas, mas que não geram vendas. Não basta somente gerar sorrisos no consumidor. Por isso, tem que saber o que a empresa deseja antes de fazer uma acção destas.
O que deve e que não se deve fazer em marketing de guerrilha?
Toda campanha é diferente. Depende da marca, que deve decidir o que ela quer da acção. A primeira coisa a fazer se é avaliar os riscos de cada caminho, de criar algo que não venha a se tornar negativo para a marca.
Como as empresas podem investir no marketing de guerrilha?
Nunca vou dizer que as empresas devem deixar de fazer a publicidade tradicional, mas se ela gastar um pouco da sua verba nos média alternativas o retorno será muito grande. A interação será muito maior do que num comercial de TV. Então, o caminho seria não alocar toda a verba nos mecanismos tradicionais.
Como podemos medir o retorno sobre o investimento do marketing de guerrilha?
Depende da métrica que você utiliza. Pode ser quantas pessoas viram alguma ação, quantas pessoas falaram alguma coisa sobre ela, qual repercussão gerou na mídia, quantas recomendaram e quantas compraram. Outra forma de se mensurar é através das mídias sociais, quantos vídeos foram colocados no YouTube, quantas fotos no Flicker, entre outros. Mas há de se colocar tudo isso junto e calcular a relação de valor de cada ação de guerrilha, o que também depende da experiência promovida e da marca.
Fonte: Mundo Marketing
 

 

 

 

 

publicado por Aparício às 23:11

Janeiro 29 2009

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publicado por Aparício às 23:09

Janeiro 29 2009

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publicado por Aparício às 23:09

Janeiro 29 2009

 

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1327117
Junta te à revolução!
Nos dias que correm o consumidor já tem acesso a muitas formas de obter informação televisão, rádio, internet onde escolhem os programas ou canais que desejam ver e quanto tempo vão disponibilizar, há quem diga que foi quando apareceu o controlo remoto. O facto de o acesso há internet se ter banalizado, onde este permitiu o total conhecimento dos produtos, serviços e preços, fez com que o poder fica se do lado do consumidor, ou seja o marketing tal como o compreendemos, tem os dias contados. Esta viragem do poder das marcas para o consumidor, vem revolucionar as regras do jogo onde surge este movimento “punk”
Simbolizado por grupos como sex pistols ou os Doors nos anos 70 e dá uma lufada de ar fresco há musica da altura. Richard Branson ( um Marketeer ) refere uma maneira diferente de fazer as coisas onde se rejeita as verdades absolutas e reconhece se que parte do sucesso agora dependem do consumidor este passa a ter mais poder. As premissas para o sucesso nesta nova era são 15 e tornam claro as mudanças necessárias e de que forma se devem por em prática. Digamos uma Bíblia para uma empresa de sucesso
 
1.    “ Se não arriscar morre” – assume o risco…
2.    “Desafia as assumpções da indústria”- Inova…
3.    “ Mantenha uma posição firme”- não se agrada a todos…
4.    “Não ceda aos clientes”- pulso firme…
5.    “Não seja controlador”- sê diferente…olha o exemplo da empresa Google.
6.    “ Nunca percas a honestidade”- a verdade…e já é de confiança.
7.    “ Cria inimigos”- se és diferente…assume te.
8.    “ Deixe o consumidor descobrir a qualidade da sua marca”- mas sê proactivo…
9.    “Pense à frente dos seus rivais”- Não vejas só a arvore, vê também a floresta…
10. “Não se deixe iludir pelas novas tecnologias”- ajudam há sucesso mas não o são…
11. “Mantenha se fiel ás suas vantagens competitivas”- se fores melhor eles vem cá ter…
12. “ Comunique com simplicidade”- assume o que pretendes…
13. “ Aposte sempre na qualidade”- não na quantidade…
14. “Use novas ferramentas de Marketing”- sê criativo…
15. “ Interroga te constantemente”- não rejeites a mudança…
publicado por Aparício às 23:09

Janeiro 29 2009

 

MARKETING DIGITAL O QUE É ?
Marketing Digital é uma nova forma de realizar acções de marketing em que público alvo é convidado a interagir com a marca, o produto ou o serviço.
No Marketing Digital as acções de comunicação recorrem à utilização de tecnologias bidireccionais, como a internet e os telemóveis, através das quais as empresas podem promoverem os seus produtos, conquistarem novos clientes ou criarem uma relação de comunicação com o seu público alvo. O Marketing Digital espera crescimentos significativos para os próximos 3 anos. Muitas marcas já experimentaram as vantagens do Marketing Digital.
 
EXEMPLO DE ACÇÃO DE MARKETING DIGITAL
A unicer tira partido desta táctica criando promoções e eventos na qual o consumidor tem de entrar no site da empresa ou troca de dados por sms, oferecendo  bilhetes futebol, espectáculos musicais, maquinas x-press, etc.
E receber segundos depois o novo número de cartão e uma password de acesso ao site.

O novo membro é também convidado a visitar o site num prazo de 5 dias
para completar o seu registo de acesso.
SABIA QUE O MARKETING DIGITAL SE MEDE EM ANOS DIGITAIS?
e que 1 ano civil equivale a 7 anos digitais?
Será que o seu site já tem mais de 14 anos de idade digital ?
Se for esse o seu caso, aproveite a oportunidade e faça deste dia um dia de mudança digital
publicado por Aparício às 23:08

Janeiro 29 2009

 

O marketing tribal surge com o intuito de fortalecer os laços existentes com o consumidor. O consumo torna-se agora algo de especial, com um cunho acima de tudo, emocional. O marketing tribal preocupa-se então em explorar o lado sentimental/emocional dos seus clientes ao invés do lado racional até agora mais utilizado e motivo de interesse.

Preocupa-se em analisar a personalidade, as motivações, os sentimentos da sua tribo ou público-alvo, acima de tudo a personalizar cada vez mais os seus produtos/serviços em prol da sua tribo. É de notar que neste caso específico (de marketing tribal), que os critérios sócio-demográficos passem para segundo plano, e que os critérios psico-gráficos sejam o motivo de maior incidência e estudo.

O marketing tribal aposta na vertente do consumo sagrado em oposição ao consumo mundano pois vivemos numa época em que as necessidades básicas se encontram minimamente satisfeitas, dando assim espaço a que as necessidades secundárias tomem poder, daí se tornar um consumo restrito, personalizado, como se dum ritual se tratasse.

Com esta nova aproximação ao consumidor, as marcas conseguem interagir de uma forma eficaz com o seu público-alvo criando laços emocionais.
As marcas de sucesso são aquelas que conseguem essa interacção com os clientes, passando a fazer parte da sua rotina diária.

Como exemplo, no nosso país todos estamos a par da paixão/ligação existente pelo futebol e seus respectivos clubes, a Unicer criou a CarlsbergCup espetando assim criar uma aproximação aos adeptos e estar presente na mente do consumidor e este associar se ao espectáculo. A oferta de bilhetes ou as promoções criadas no ponto de venda, é uma forma estratégica da empresa de chegar a um público-alvo e tendo em vista melhorar a relação com os consumidores patrocinou ainda vários clubes como o F.C. Porto, Leixões, Guimarães na 1ª liga  onde se encontram os consumidores mais fiéis, apela aos sentimentos e afunila as emoções onde tem feito sucesso na nossa sociedade.
publicado por Aparício às 23:08

Janeiro 27 2009

Marketing Relacional, é uma técnica moderna com uma longa História.
One-to-one, tal como no tempo dos nossos avós. esta técnica é muito eficaz A revolução Industrial a massificação dos produtos e a ajuda da tecnologia digital contribuiram para que se torna hoje, a evolução natural do Marketing Directo onde Identificar, diferenciar e Interagir são influenciam subre maneira para o sucesso desta tecnica.

Se pensarmos bem esta técnica é utilizada desde o tempo dos nossos avós, ou seja atravez do contacto directo. Por exemplo, o homem da mercearia conhece todos os vizinhos e trata os pelo nome, já conhece os gosto de cada um e como querem que as coisas sejam feitas.

Desta forma inconscientemente os clientes são postos em grupos de maior importancia ou menor para o seu negócio e assim personalizar os serviços de forma adequada ao valor de cada cliente. desta forma pode se adquirir produtos que de facto tem rotação e noção ao mesmo tempo dar eficiência ao stock do lojista, evitando investimentos desnecessários. Logo a qualidade dos seus produtos e serviços atingem altos padrões de qualidade.


O retorno do investimento (ROI) é assim projectado a longo prazo, numa perspectiva de “ambição local” – o vizinho é o cliente e é este o garante da sobrevivência do negócio, através de uma vida de transacções, no mesmo local e no mesmo estabelecimento. Criava-se uma relação de longo prazo com os clientes como se fosse uma extensão da própria família.

 

 

 

como sustenta Marshall McLuhan na sua obra “Os meios de Comunicação como Extensão do Homem”.


Com a Revolução Industrial assiste-se à massificação de produtos e serviços destinados a mercados de massas. De um momento para o outro, o Marketing One-to-one não sendo interiorizado enquanto modelo de marketing – foi esquecido.
   O foco deixa de ser o cliente individual para passar a ser a quota de mercado. Passam-se a estudar os mercados, cruzando a ciência e as humanidades, realizam-se pesquisas de mercado e segmentações e criam-se modelos estatísticos que permitam prever tendências e padrões de compra. Neste sentido, o Marketing de Massas desenvolveu se de tal forma que acabou por criar o seu próprio fim. O consumidor não era visto como único, mas como fazendo parte de um grupo uniforme com os mesmos gostos e desejos.


Graças à tecnologia digital de informação e à World Wide Web, agora é possível enfrentar o mercado de maneira diferente. As empresas para continuarem a sobreviver, tiveram de encontrar alternativas para continuarem a reter e cativar mais clientes. Os consumidores por sua vez,aculturaram tornando se tambem mais exigentes. a qualidade assume um papel standard de todos os produtos/ serviços e a fidelidade por sua vez dá lugar à indiferença, visto que todos os clientes eram tratados de igual forma.

 

 

 

 

 

 



 

 

publicado por Aparício às 23:22

Novembro 08 2008

Marketing viral

 

O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi criada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar sua publicidade ao e-mail que sai de seus usuários. O que se assume é que se tal anúncio alcança um usuário "susceptível", esse usuário "será infectado" (ou seja, activará uma conta) e pode então seguir infectando a outros usuários susceptíveis. Enquanto cada usuário infectado envia o e-mail a mais de um usuário susceptível por média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior que um), Os resultados "standard" em epidemiología implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.

De forma mais geral, o marketing viral utiliza se para descrever algumas classes de campanhas de marketing baseadas na internet, incluindo o uso de blogs de sites aparentemente amadores, e de outras formas para se criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral"refere se á ideia que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclips ou jogos Flash interactivos, imagens, e inclusive textos.

 

 

 

publicado por Aparício às 14:19

Novembro 08 2008

Endomarketing

O Endomarketing é uma actividade do marketing, baptizada em 1990 por Saul Bekin em seu livro "Fundamentos do Endomarketing". “Endo”, originário do grego, significa posição ou acção no interior, ou seja, “movimento para dentro”. Endomarketing é, portanto, um conjunto de acções de marketing institucional dirigidas para o público interno (colaboradores, fornecedores, acionistas, vendedores, clientes).

Ou seja é uma forma das empresas melhorarem a sua prestação junto dos seus clientes e ao mesmo tempo envolver toda a empresa num caminho similar de forma a atingir a exelência.Para que tudo isto aconteça é necessário um processo de gestão em que cada acção desencadeia uma mais valia nos processos e atitudes de todos os envolvidos.

 Endomarketing como processo de gestão

Considerando a evolução das abordagens sobre o Endomarketing constituídas a partir de diferentes raízes empíricas ou científicas de conceitos, Vinicius Carvalho de Carvalho propôs em 2002, através de uma série de artigos publicados, um novo conceito para o Endomarketing, com uma abordagem mais moderna e diferenciada, que desvincula o Endomarketing como uma simples especialização dos processos de Marketing, tornando-o um processo de gestão.

"Endomarketing é um processo, de gestão cíclico e contínuo, direccionado ao propósito da organização, que é integrado aos seus demais processos de gestão e utiliza eticamente ferramentas multidisciplinares de incentivo, com o objectivo de promover a motivação das pessoas com seu trabalho e garantir seu compromisso com os objectivos estratégicos, contribuindo à obtenção de melhores resultados, económicos e humanos, a partir de desempenhos superiores."

Fases do Endomarketing

Segundo Saul Bekin:

  1. Levantamento de informações;
  2. Preparação para mudanças;
  3. Integração:
  4. Construção:
  5. Superação:
  6. Implantação.

Segundo Vinicius Carvalho de Carvalho:

  1. Levantamento de informações;
  2. Despertar;
  3. Envolver
  4. Construir;
  5. Superar

publicado por Aparício às 13:56

Novembro 08 2008

 

Branded Entertainment
 
Branded Entertainment, ou advertaitainment como também é conhecido, é uma técnica muito poderosa de comunicação, onde conjuga a marca com o entretimento . Utiliza se frequentemente na televisão, rádio, internet, eventos e espectáculos como por exemplo, a Unicer, que criou com um sucesso enorme, um espectáculo conhecido por festival Superbock Super Rock e tornou se o principal patrocinador do Fantasporto. Criou desta forma uma forte ligação com os seus públicos-alvo mais jovens. Assim, a empresa tem a a oportunidade, de promover a sua imagem de marca, estimulando laços fortes com a marca e os seus consumidores. Sendo hoje a preferida dos Públicos mais jovens. Combinou os conteúdos programáticos com os objectivos da marca e activou a comunicação através do entretenimento. A estratégia mais comum de Branded Entertainment é o product placement onde um dado produto surge de tal modo integrado no formato que a marca torna se parte dos seus conteúdos.
 
 
 
 
publicado por Aparício às 13:40

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